Protocolo Médico sobre dermatologia estética avançada com tecnologias

Protocolo médico sobre dermatologia estética avançada com tecnologias

Este protocolo descreve uma abordagem médica, por fases, com alvos definidos, para planejamento e execução de tratamentos estéticos avançados com tecnologias não invasivas (ultrassom, radiofrequência, lasers e técnicas de entrega transdérmica), com ou sem associação criteriosa de injetáveis. O foco é segurança, previsibilidade, rastreabilidade e monitoramento de resposta, priorizando naturalidade e preservação de identidade. O documento é educativo, integra uma biblioteca governada e não substitui avaliação.

Escopo, objetivo e princípios de governança clínica

Escopo

Este protocolo se aplica ao atendimento ambulatorial em dermatologia, com ênfase em intervenções não cirúrgicas para melhora de qualidade de pele, firmeza, textura, poros, linhas finas, irregularidades de cor selecionadas e contornos em casos elegíveis.

Objetivo

Padronizar avaliação, indicação, consentimento, execução e seguimento de tecnologias não invasivas, reduzindo variabilidade, prevenindo intercorrências e fortalecendo consistência de resultados.

Princípios

  • Diagnóstico antes de procedimento.

  • Mecanismo antes de “nome de tecnologia”.

  • Segurança antes de intensidade.

  • Planejamento por fases, com manutenção e gestão de recidiva.

  • Documentação, rastreabilidade e reavaliação.

Responsável técnico e qualificação

O “quem” conduz e revisa este protocolo é a Dra. Rafaela Salvato, médica dermatologista (CRM-SC 14.282 | RQE 10.934 – SBD). O documento integra uma biblioteca de método e compliance, alinhada à prática dermatológica baseada em evidências e ao uso responsável de tecnologias.

Contexto de atendimento

Quando o paciente pergunta onde realizar tratamento com segurança, a orientação é procurar ambiente clínico com processos e governança, como no onde atendo em Florianópolis, com estrutura e fluxo assistencial adequados. Quanto ao como as tecnologias são organizadas em protocolos e critérios, a referência institucional é a seção de como trabalhamos com tecnologias.

Definições operacionais e desfechos clínicos

Definições

  • Tecnologias não invasivas: métodos que entregam energia ou modulam permeabilidade cutânea sem incisões (ex.: ultrassom microfocado/macro, radiofrequência monopolar, lasers de diferentes comprimentos de onda e eletroporação).

  • Plano por fases: sequência estruturada em diagnóstico e preparo; intervenção; consolidação; manutenção.

  • Naturalidade: resultado que melhora sinais sem alterar traços de forma abrupta, preservando movimentos e proporções.

Desfechos clínicos que devem ser medidos

  • Desfechos subjetivos: satisfação com naturalidade, percepção de pele mais regular, melhora de “cansaço” e qualidade do aspecto.

  • Desfechos clínicos: melhora de textura, poros, uniformidade, elasticidade, firmeza e contorno, de acordo com avaliação médica seriada.

  • Desfechos de segurança: ausência de eventos adversos significativos; resolução rápida de efeitos esperados; baixa taxa de recidiva inflamatória.

Sempre que possível, recomenda-se fotografia padronizada e escalas de avaliação clínica (ex.: avaliação global por médico e paciente), além de revisão de rotina e fotoproteção.

Elegibilidade: indicação, contraindicações e red flags

Indicações frequentes (critérios clínicos)

  • Flacidez leve a moderada com queixa de perda de contorno (mandíbula, submento, pescoço) e expectativa de melhora progressiva.

  • Textura irregular, poros evidentes, microrelevo e linhas finas, sobretudo em fotodano crônico controlado.

  • Irregularidade de cor selecionada (fotodano, pigmento residual, hiperpigmentação pós-inflamatória), após diagnóstico diferencial.

  • Pacientes que valorizam melhora gradual e toleram cronograma com revisões e manutenção.

  • Pacientes com boa aderência à rotina mínima eficaz e fotoproteção.

Para aprofundar a base conceitual de qualidade de pele, sugere-se leitura do guia editorial sobre Skin Quality.

Contraindicações relativas (exigem avaliação individual)

  • Gestação e lactação (avaliar risco/benefício e alternativas).

  • Imunossupressão, doenças autoimunes em atividade, cicatrização prejudicada.

  • História de hiperpigmentação pós-inflamatória importante, melasma instável, queloide (ajustar estratégia e parâmetros).

  • Uso de medicamentos fotossensibilizantes ou anticoagulantes (adequar protocolo; considerar risco de hematoma e inflamação).

  • Bronzeamento recente ou exposição solar intensa (reprogramar para reduzir risco de manchar).

Contraindicações absolutas (exemplos comuns)

  • Infecção ativa na área.

  • Lesões ulceradas, feridas abertas ou dermatite importante descompensada.

  • Implantes eletrônicos não compatíveis com determinadas energias (avaliar dispositivo e tecnologia).

  • Incapacidade de aderir a pós-procedimento e fotoproteção, quando isso aumenta risco.

Red flags (sinais de alerta na triagem)

  • Expectativa de “resultado imediato e definitivo” sem manutenção.

  • Histórico de complicações em procedimentos prévios sem documentação.

  • Queixa estética que pode mascarar transtorno dismórfico corporal (necessita abordagem cuidadosa).

  • Uso simultâneo de múltiplos ativos irritantes e pele com barreira comprometida.

Consulta e avaliação pré-procedimento

Anamnese dirigida

Deve incluir:

  • História dermatológica (rosácea, melasma, acne, dermatite, herpes, cicatrizes).

  • Fototipo e padrão de pigmentação.

  • Exposição solar e hábitos.

  • Medicamentos e suplementos.

  • Procedimentos prévios, com datas e resposta.

  • Comorbidades relevantes e alergias.

  • Objetivo principal (uma meta prioritária) e metas secundárias.

Exame e diagnóstico diferencial

A avaliação deve separar o alvo principal:

  • Textura/microrelevo.

  • Pigmento (epidérmico, dérmico, misto, pós-inflamatório).

  • Componentes vasculares e inflamatórios.

  • Firmeza/elasticidade.

  • Suporte e transições anatômicas.

Quando o objetivo é melhorar proporção e preservar identidade, é útil consultar o “quem” e a visão de método em Quiet Beauty.

Padronização de registro

  • Fotografias em iluminação e ângulos consistentes.

  • Registro de áreas tratadas, parâmetros, energia, ponteiras e sessões.

  • Termo de consentimento informado com riscos e conduta em intercorrências.

Protocolo por fases: estrutura operacional

Fase 1 — Preparação e estabilização

Objetivo: reduzir inflamação basal e fortalecer barreira cutânea, para aumentar tolerabilidade e reduzir hiperpigmentação pós-inflamatória.

Componentes:

  • Rotina mínima eficaz: limpeza suave, hidratação compatível, fotoproteção.

  • Revisão de ativos irritantes; reduzir excesso de esfoliantes e combinações agressivas.

  • Profilaxia de herpes, quando indicada.

  • Planejamento de agenda: evitar eventos sociais imediatos após protocolos com maior recuperação.

Para pacientes com pele sensibilizada, a leitura do guia sobre barreira cutânea e microbioma ajuda a organizar gatilhos e aderência.

Fase 2 — Intervenção com tecnologia como eixo do plano

Objetivo: tratar o alvo principal com mecanismo adequado e parâmetros seguros.

Fase 3 — Consolidação

Objetivo: reforçar resposta biológica (colágeno e organização dérmica), ajustar estratégia e reduzir variabilidade.

Fase 4 — Manutenção e gestão de recidiva

Objetivo: manter ganhos e prevenir retorno de pigmento, inflamação e perda de firmeza.

Uma visão institucional de cronograma e sustentação pode ser revisada em banco de colágeno, e uma leitura editorial complementar está no guia banco de colágeno.

Tecnologias: indicações, racional e pontos críticos de segurança

A seleção deve seguir mecanismo e alvo, evitando sobreposição de agressão. Além disso, deve-se ajustar profundidade, densidade, energia e número de passes conforme fototipo, área e risco inflamatório.

Ultrassom microfocado/macro: Liftera 2

O Liftera 2 é utilizado como ferramenta de estímulo térmico focal em profundidades específicas, visando melhora de firmeza e contorno em casos elegíveis. Portanto, é preferível quando há flacidez leve a moderada e boa reserva de colágeno.

Pontos críticos:

  • Definição de área e plano anatômico.

  • Controle de desconforto e proteção de estruturas sensíveis.

  • Evitar indicação quando a queixa principal é pigmento ou inflamação ativa.

Quando o paciente pergunta como a tecnologia se integra ao plano, recomenda-se consultar a seção institucional de como organizamos tecnologias.

Radiofrequência monopolar com resfriamento: Coolfase

Coolfase é considerado para estímulo térmico controlado, com foco em elasticidade e firmeza, frequentemente com boa tolerabilidade. Assim, pode ser eixo de consolidação ou complemento conforme objetivo.

Pontos críticos:

  • Monitorar tolerabilidade, principalmente em pele reativa.

  • Evitar excesso de calor em rosácea descompensada.

  • Programar número de sessões e intervalos de forma realista.

Guia editorial de apoio: Coolfase.

Lasers: Laser Fotona e protocolos multicamadas

Laser Fotona pode ser aplicado em estratégias de estímulo dérmico e refinamento de textura, dependendo do modo e do alvo. Contudo, “laser” não é um único tratamento; por isso, a decisão deve considerar fototipo, risco de mancha e expectativa de recuperação.

Pontos críticos:

  • Diagnóstico diferencial de pigmento antes de tratar irregularidade de cor.

  • Ajuste de parâmetros e preparo, principalmente em histórico de hiperpigmentação.

  • Orientações rigorosas de fotoproteção no pós.

Laser específico: Red Touch

Red Touch pode ser incorporado a protocolos de refinamento e estímulo em indicações selecionadas, com cautela em pele com risco inflamatório. Portanto, sua inclusão deve ser baseada em alvo claro e em benefício incremental mensurável.

Radiofrequência microagulhada: Sylfirm X

Sylfirm X (radiofrequência microagulhada) pode ser indicado para textura, poros e sinais mistos, com atenção ao risco de hiperpigmentação pós-inflamatória. Além disso, o preparo de barreira e o espaçamento entre sessões aumentam tolerabilidade.

Pontos críticos:

  • Seleção de profundidade e energia por área.

  • Profilaxia e conduta em casos de reativação inflamatória.

  • Evitar em pele muito bronzeada ou instável.

Entrega transdérmica: Mesojet

Mesojet (eletroporação) é uma técnica de modulação de permeabilidade para entrega de ativos sem perfuração, sendo útil como suporte de hidratação e vitalidade em casos selecionados. Ainda assim, deve-se evitar “excesso de ativos” que aumentem irritação.

Uma aplicação institucional complementar pode ser vista em hidratação e rejuvenescimento.

Associação criteriosa de injetáveis (quando aplicável)

A associação de injetáveis deve ser baseada em anatomia, necessidade clínica e rastreabilidade. Além disso, o objetivo deve ser suporte e naturalidade, evitando excesso.

Bioestimulador de colágeno

Bioestimuladores podem integrar protocolos de longo prazo para melhora de espessura dérmica e firmeza, com efeito progressivo. Portanto, expectativa deve ser alinhada, e cronograma precisa ser planejado.

Planejamento de harmonização facial

Harmonização facial, como programa médico, deve priorizar proporção, transições e preservação de identidade, com técnica e documentação. Para critério e segurança, ver harmonização facial.

Rastreabilidade e critérios de produto

Quando o paciente pergunta quem define produto, técnica e plano, a resposta está no “quem” responsável pelo método em Dra. Rafaela Salvato, e o “como” institucional envolve protocolos e governança descritos em por que escolher dermatologista.

Algoritmos práticos de decisão e protocolos sugeridos

Algoritmo A — Flacidez leve e perda de contorno

  1. Fase 1: estabilização e fotoproteção.

  2. Fase 2: ultrassom (Liftera 2) como eixo.

  3. Fase 3: consolidação com radiofrequência (Coolfase), se indicado.

  4. Fase 4: manutenção trimestral/semestral conforme resposta.

Algoritmo B — Textura irregular e poros

  1. Fase 1: revisar barreira e reduzir irritantes.

  2. Fase 2: laser (ex.: Fotona) ou RF microagulhada (Sylfirm X) conforme risco pigmentário.

  3. Fase 3: suporte com entrega transdérmica (Mesojet), se tolerável.

  4. Fase 4: manutenção com revisão de rotina.

Algoritmo C — Irregularidade de cor com risco de mancha

  1. Fase 1 prolongada: controle de gatilhos e fotoproteção.

  2. Fase 2: lasers com parâmetros conservadores e sessões fracionadas.

  3. Fase 3: consolidação com tecnologias de baixa agressão e acompanhamento.

  4. Fase 4: manutenção e prevenção de recidiva.

Pós-procedimento: condutas padronizadas

  • Fotoproteção rigorosa e barreira: prioridade nas primeiras semanas.

  • Evitar calor excessivo conforme protocolo (sauna, treino intenso, sol direto).

  • Orientar sinais de alerta: dor intensa, bolhas, secreção, febre, mancha nova progressiva.

  • Planejar retorno: avaliação clínica e fotográfica conforme risco e intervenção.

Gestão de eventos adversos: prevenção e resposta

Eventos adversos possíveis incluem eritema prolongado, edema, hiperpigmentação pós-inflamatória, queimadura, infecção secundária e reativação de herpes. Portanto, é indispensável:

  • selecionar indicação e parâmetro com prudência;

  • padronizar preparo e pós;

  • documentar e revisar resposta após cada sessão;

  • instituir conduta rápida em intercorrência, com avaliação médica.

A biblioteca de método e segurança inclui princípios de abordagem baseada em ciência, útil para orientar decisões quando há incerteza.

Controle de qualidade: certificações, manutenção e checklists

Embora tecnologia seja ferramenta, processo é o que sustenta segurança. Assim, recomenda-se:

  • manutenção e calibração conforme fabricante;

  • treinamento formal e atualização contínua;

  • checklist pré-sessão (contraindicações, fotos, consentimento, parâmetros);

  • checklist pós-sessão (orientações, prescrição, retorno, documentação).

Quando o paciente questiona onde encontra um plano completo, o onde em Florianópolis oferece informações de acesso, e o “como” do ecossistema de tecnologias está detalhado em tratamentos faciais.

Checklists operacionais para reduzir variabilidade

Checklist pré-sessão mínimo

Antes de iniciar, confirme anamnese atualizada, fototipo, histórico de manchas e herpes, além de medicamentos recentes. Em seguida, revise contraindicações, fotografe de forma padronizada e valide o consentimento informado. Em seguida, registre parâmetros planejados (energia, densidade, profundidade, ponteira, número de passes) e defina critério de interrupção por dor, calor excessivo ou reação inesperada.

Checklist pós-sessão mínimo

Ao final, documente parâmetros realmente utilizados, área tratada e intercorrências. Além disso, entregue orientação escrita de barreira e fotoproteção, com sinais de alerta e canal de contato. Por fim, programe reavaliação em janela compatível com o mecanismo (inflamação aguda versus remodelação de colágeno), para ajustar o plano com base em resposta clínica real.

Indicadores de qualidade assistencial

Como referência objetiva, acompanhe: taxa de hiperpigmentação pós-inflamatória, taxa de reativação de herpes, necessidade de resgate por dor/edema prolongado e grau de satisfação com naturalidade. Assim, o serviço ganha previsibilidade e melhora contínua. Quando necessário, priorize revisão de protocolos e treinamento, mantendo rastreabilidade de manutenção e calibração de equipamentos.

Referências médicas selecionadas (orientativas)

  • Textos de dermatologia clínica e cirúrgica com seções sobre envelhecimento cutâneo e fotodano (ex.: tratados de dermatologia).

  • Livros e compêndios de lasers e tecnologias em dermatologia (mecanismos, parâmetros, segurança e fototipos).

  • Diretrizes e consensos de sociedades médicas sobre procedimentos energéticos e manejo de complicações.

  • Literatura revisada por pares sobre ultrassom microfocado, radiofrequência monopolar, radiofrequência microagulhada, lasers e eventos adversos associados.

  • Princípios de consentimento informado e segurança do paciente em procedimentos ambulatoriais.

Perguntas frequentes (FAQ)

1) Qual é a diferença entre “plano por fases” e escolher um procedimento isolado?

Na Clínica Rafaela Salvato, um plano por fases organiza diagnóstico, preparo, intervenção e manutenção para reduzir risco e aumentar previsibilidade. Já o procedimento isolado tende a ignorar barreira, gatilhos e recidiva. Por isso, a fase inicial pode ser decisiva em pele reativa. Além disso, reavaliar permite ajustar parâmetros sem sobretratamento.

2) Quem é elegível para Liftera 2 e quando ele não é a melhor escolha?

Na Clínica Rafaela Salvato, Liftera 2 é considerado quando há flacidez leve a moderada e objetivo de contorno com melhora progressiva. Entretanto, ele não é primeira escolha para tratar pigmento ou inflamação ativa. Por isso, fototipo, área e reserva de colágeno importam. Além disso, expectativas devem ser alinhadas ao limite anatômico.

3) Coolfase melhora firmeza com quantas sessões, em média?

Na Clínica Rafaela Salvato, o número de sessões de Coolfase depende do grau de flacidez, tolerabilidade e meta clínica. Em geral, planeja-se um ciclo inicial seguido de consolidação e manutenção. Portanto, a resposta tende a ser gradual, porque remodelação de colágeno leva semanas a meses. Além disso, aderência à fotoproteção e rotina mínima eficaz sustenta resultado.

4) Laser Fotona é indicado para todos os fototipos?

Na Clínica Rafaela Salvato, Laser Fotona pode ser indicado em diferentes fototipos, porém o protocolo e os parâmetros mudam conforme risco de hiperpigmentação. Por isso, diagnóstico diferencial de pigmento e preparo de barreira são essenciais, principalmente em histórico de manchas. Além disso, fotoproteção rigorosa no pós é parte do protocolo de segurança.

5) Red Touch pode piorar pele sensível?

Na Clínica Rafaela Salvato, Red Touch só é considerado quando o alvo é claro e a pele está estável. Em pele sensível ou inflamada, qualquer energia pode aumentar reatividade se o timing e o parâmetro não forem adequados. Portanto, preparo e seleção de caso são determinantes. Além disso, quando há dúvida, prefere-se estratégia conservadora e monitorada.

6) Sylfirm X é adequado para quem tem tendência a manchar?

Na Clínica Rafaela Salvato, Sylfirm X pode ser utilizado com cautela em pacientes com tendência a manchas, desde que haja preparo, parâmetros conservadores e espaçamento adequado. Por isso, bronzeamento recente e inflamação ativa devem ser evitados. Além disso, o pós deve priorizar barreira e fotoproteção para reduzir risco de hiperpigmentação pós-inflamatória.

7) Mesojet substitui procedimentos energéticos?

Na Clínica Rafaela Salvato, Mesojet não substitui ultrassom, radiofrequência ou laser quando o alvo é firmeza e remodelação profunda. Em vez disso, ele pode atuar como suporte de hidratação e vitalidade, com boa tolerabilidade em casos selecionados. Portanto, ele costuma ser complementar. Além disso, a escolha de ativos deve ser prudente para evitar irritação.

8) Bioestimulador de colágeno pode ser feito junto com tecnologias?

Na Clínica Rafaela Salvato, bioestimulador de colágeno pode ser associado a tecnologias em cronogramas planejados, respeitando fase, área e risco inflamatório. Por isso, nem sempre é no mesmo dia, e a sequência depende do alvo principal. Além disso, a expectativa deve ser progressiva, com reavaliação e manutenção, porque o efeito é biológico e gradual.

9) Como vocês reduzem risco de complicações em lasers e radiofrequência?

Na Clínica Rafaela Salvato, a redução de risco começa no diagnóstico e na triagem de contraindicações, incluindo histórico de manchas e pele reativa. Além disso, parâmetros são ajustados ao fototipo, e o preparo de barreira é reforçado. Portanto, o pós inclui fotoproteção rigorosa e retorno programado. Quando necessário, há profilaxia de herpes e condutas padronizadas.

10) Existe um tempo “ideal” entre sessões para evitar inflamação?

Na Clínica Rafaela Salvato, o intervalo entre sessões é definido pelo mecanismo, pela área e pela resposta individual. Em geral, sessões muito próximas aumentam inflamação e reduzem previsibilidade. Por isso, preferimos espaçamento que respeite cicatrização e remodelação de colágeno. Além disso, reavaliação entre sessões permite ajustar intensidade e evitar excesso.

11) O que significa “rastreabilidade” em injetáveis e por que isso importa?

Na Clínica Rafaela Salvato, rastreabilidade significa registrar produto, lote, data, área e técnica para garantir segurança e transparência. Assim, se houver qualquer reação, é possível investigar e conduzir de forma objetiva. Além disso, rastreabilidade protege o paciente contra uso de produtos sem procedência. Portanto, é um critério básico de governança em procedimentos injetáveis.

12) Quando a consulta presencial é indispensável antes de decidir tecnologia?

Na Clínica Rafaela Salvato, consulta presencial é indispensável quando há melasma, rosácea, acne ativa, histórico de hiperpigmentação, cicatrizes complexas, uso de anticoagulantes ou dúvida diagnóstica. Além disso, ela é essencial se já houve complicações prévias ou se o objetivo envolve planejamento por fases. Portanto, a consulta permite indicação segura, documentação e cronograma realista.

guia médico dermatologista rafaela salvato

Nota de responsabilidade

Este protocolo é destinado a educação em saúde e padronização interna de raciocínio clínico. Ele não substitui consulta médica individualizada, exame físico e consentimento informado. Em caso de reação inesperada após procedimento, a avaliação médica deve ser imediata.

Revisado por: Dra. Rafaela Salvato (CRM-SC 14.282 | RQE 10.934 – SBD)
Data: 23 de fevereiro de 2026.

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